domingo, 16 de novembro de 2014

Entrevista com Robert Lee!

Bom dia Família! Com o propósito de sempre agregar valor aos leitores conseguimos finalizar mais uma entrevista com um grande criador do Mundo Bully. Muita gente não o conhece, mas com certeza se você tem um perfil no Facebook já deve ter curtido sua página. Dono de uma estrutura incrível, detentor de vários títulos e com uma quantidade de "amigos" de dar inveja ao Roberto Carlos (até a publicação desse post eram exatamente 1.020.895 curtidas na página), Robert Lee é o cara por traz do Gr Ch Beastro.
Em um papo direto e reto Robert revelou em poucas palavras algumas curiosidades e direcionamentos para onde "The Bully Market" vai. 
Então vamos nessa!
Robert Lee e Beastro.
Toro de Calle: Com quantos anos você começou a criar?

Robert Lee: Eu comecei com 23 anos. Hoje Robert tem 29 anos.

Toro de Calle: Qual foi seu momento mais difícil na criação?

Robert Lee: Em 2011 nenhuma das nossas cadelas engravidaram, com exceçaõ de uma, que acabou matando seus filhotes. Nós estávamos cuidando de mais de 20 cães naquele ano. Sem nenhum filhote por um ano inteiro e tendo a única ninhada morta, foi um período difícil como criador.

Toro de Calle: Recentemente alguns cães descendentes do Beastro chegaram ao Brasil, como você vê esse possível mercado?

Robert Lee: Beastro tem sido um dos cães mais procurados em todo o mundo por anos e o American Bully é uma raça em crescimento que está prosperando. Ele é um dos mais bem sucedidos cães da raça, então vejo a demanda aumentar.

Toro de Calle: Hoje a página do The Bully Market é sucesso no Facebook, acredita que o sucesso do Beastro se deve a página ou o sucesso da página se deve ao Beastro?

Robert Lee: Nenhum dos dois. O sucesso do Beatro é devido ao excelente tipo e estrutura da raça, justamente a sua bem estruturada campanha. A página do Facebook é sucesso por muitas razões: Bons cães, várias pesquisas, consistência, fotos de qualidade para demonstrar os cães. 

Toro de Calle: Dos cães que vieram para o Brasil qual apostaria como grande padreador ou matriz em potencial? 

Robert Lee: Todos os cães que enviamos para o Brasil são bons. Só o tempo dirá quem será o melhor para os seus respectivos programas de criação. 

Toro de Calle: Qual foi o melhor cruzamento crossbreeding que Beastro realizou e qual foi o resultado?


Thee Buss filho do cruzamento entra Beastro e Widget.
Robert Lee: O melhor cruzamento na minha opinião criou o Thee Buss. Beastro com Shorbus Widget, que é uma fêmea 5 vezes Xzibit.

Toro de Calle: Hoje você conta com quantos cães em seu plantel?


Robert Lee: Atualmente nós temos 16 cães, sendo 6 machos e 10 fêmeas.


Toro de Calle: Hoje vemos cães que não são filhos de campeões custarem 10 mil dólares e grande parte dos filhotes do Beastro custam 5 mil, eu acredito que os títulos deveriam ponderar os valores dos filhotes, vê isso como algo normal?


Robert Lee: Nossos preços iniciam em 3 mil dólares e aumentam a partir daí. Algumas vezes temos cães que nós não queremos vender e já foram oferecidos valores entre 20 e 30 mil dólares, mas optamos pela construção do nosso próprio programa.



Grandy, exemplar da linha Gaff.
Toro de Calle: Qual cão fora da sua linha de sangue te enche os olhos? Você pretende utiliza-lo um dia?

Robert Lee: Nós vamos incorporar o sangue Gaff e outro Amstaff em nosso programa para fortificar ainda mais a estrutura e manter o padrão show. 


Toro de Calle: Vendo tudo o que é feito no The Bully Market temos a impressão de que sua equipe trabalha em função disso. Hoje você pode afirmar que trabalha para o canil? 


Robert Lee: Dirigir um canil é uma responsabilidade em tempo integral que exige dedicação e contribuição de todos.


Toro de Calle: Pelo que podemos observar ao longo da história do canil o Homie foi superado pelo Lock N Load que por sua vez foi superado pelo Beastro, em se tratar de títulos e visibilidade acredita que algum filho do Beastro irá supera-lo em um futuro próximo? 


Robert Lee: Tem alguns filhos do Beatro que são realmente muito bons, mas meus favoritos são Golden Boy e Thee Buss. Ambos têm potencial para serem um sucesso nas exposições e nas produções. 


Toro de Calle: Voê conhece alguma coisa da comunidade Bully no Brasil, conhece alguns cães?


Robert Lee: Não, eu não conheço a comunidade nem os cães, mas estou ansioso para aprender mais e visitar o Brasil em breve.


Toro de Calle: Deixe uma mensagem para a comunidade Bully do Brasil. 


Robert Lee: Agradeço pela entrevista. Estou ansioso para visitar o belo Brasil em 2015!


Como disse o cara é de poucas palavras, mas com certeza de muitos objetivos. Robert não participou da Nationals 2014 e o comentário que se via é de que algo novo virá por aí. Espero que tenham gostado e servido de informação, até a próxima!

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