domingo, 22 de junho de 2014

Hoje é top, amanhã não se sabe...

Fala aí família! Hoje eu queria ser mais ameno e fazer um post mais informativo e menos pessoal, mas sabe como é né? Não deu! Isso por que no meio da semana tivemos uma discussão sobre as importações que estão sendo feitas por criadores brasileiros nesses últimos meses. Ficamos meio "confusos" (talvez essa não seja a palavra correta) ao perceber que muitas das importações feitas são máquinas ao serem anunciadas e meses depois caem no esquecimento comum. E isso não se restringe a importações, algumas produções que também são anunciadas como um divisor de águas dentro da criação nacional ficam de lado e chegam até a não produzir uma ninhada sequer.
Parece que o tempo de "vida útil" de um American Bully é menor do que as outras raças. É incrível como alguns cães em um espaço de um ano vão de ótimos representantes a cães ultrapassados na criação. E assim fica aquela impressão de que o trabalho não tem continuidade! 
É claro que isso não é um problema dos cães, chegamos a conclusão que por ser uma raça relativamente nova e por ser novidade em nosso país a chegada de um novo cão em nosso território tornou-se uma ferramenta para se reafirmar como criador. 
Longe de criticar o ato de importar, o que nós gostaríamos de ver é o resultado dessas importações serem levados adiante em sérios programas de criação e quem sabe um dia serem tão exaltados quanto os cães que um dia desembarcaram em nosso país.

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